sábado, 29 de abril de 2017

Novo comandante do Exército será SERGIO WESTPHALEN ETCHEGOYEN, diz Coluna da Esplanada

O Cristalvox publicou na noite desta sexta, 28, a informação postada no site Coluna Esplanada de Leando   Mazzini,  que o Presidente Michel Temer "costura" a indicação do General  Sérgio Westphalen Etchegoyen para comandar o Exército, já que o General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas  irá para reserva. O motivo da reforma de Villas Boas é a sua saúde.

O Critsalvox foi buscar no site do Palácio do Planalto, o curriculum de Etchegoyen.

O General ETCHEGOYEN nasceu na cidade de Cruz Alta – RS, em 1º de fevereiro de 1952, filho do General de Brigada LEO GUEDES ETCHEGOYEN e de LUCIA WESTPHALEN ETCHEGOYEN.

Ingressou no Exército Brasileiro em 1º de março de 1971, na Academia Militar das Agulhas Negras, sendo declarado Aspirante a Oficial de Cavalaria em 17 de dezembro de 1974.

Possui os cursos de Formação da Arma de Cavalaria; Manutenção de Material Bélico; Básico de Montanhismo; Aperfeiçoamento de Oficiais da Arma de Cavalaria; Comando e Estado-Maior; Política, Estratégia e Alta Administração do Exército.

Como oficial-superior foi Comandante da Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas (EASA), de 1993 a 1996; Assistente-Secretário do Ministro do Exército e do Comandante do Exército, de 1997 a 2000; e Oficial do Gabinete do Comandante do Exército, em 2003 e 2004.

No exterior, foi oficial do Estado-Maior da Missão de Verificação das Nações Unidas em El Salvador, entre 1991 e 1992, Chefe da Comissão do Exército Brasileiro em Washington - EUA, de 2001 a 2003, e realizou o Curso de Senior Leader Mission Course das Nações Unidas em Durban, África do Sul.

Como oficial-general comandou a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, em Dourados-MS, no biênio 2005 e 2006; a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, na cidade do Rio de Janeiro-RJ, de 2007 a 2009; a 3ª Divisão de Exército, em Santa Maria-RS, em 2011 e 2012. Em Brasília-DF, foi Assessor Especial Militar do Ministro de Estado da Defesa e Chefe do Núcleo de Implantação da Estratégia Nacional de Defesa, de 2009 a 2011, e Chefe do Departamento-Geral do Pessoal, em 2013 e 2014.

Dentre as condecorações nacionais e estrangeiras com que foi agraciado, destacam-se: Ordem do Mérito Militar, Ordem do Mérito da Defesa, Ordem do Mérito Naval, Ordem do Mérito Aeronáutico, Ordem do Mérito Judiciário Militar, Ordem do Mérito do Ministério Público Militar e Medalha Militar de Ouro com Passador de Platina.

O General ETCHEGOYEN é casado com a Sra ENEIDA FOGLIATTO ETCHEGOYEN. O casal possui três filhos: Leonardo, Juliana e Regina, e quatro netos: Rafaela, Guilherme, Rodrigo e Luisa.

Ao ser designado para o cargo de Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, o General de Exército SERGIO WESTPHALEN ETCHEGOYEN ocupava o cargo de Chefe do Estado-Maior do Exército, em Brasília - DF.
Fonte: http://www.gsi.gov.br/ministro/biografia

sexta-feira, 28 de abril de 2017

General Etchegoyen será novo Comandante do Exército

O presidente Michel Temer iniciou uma articulação sigilosa para a troca – com data ainda a determinar – do comando do Exército.
O general Eduardo Villas Boas deve sair em breve para tratar da saúde. Articula-se no Governo a promoção do general Sérgio Westphalen Etchegoyen, atual chefe do Gabinete de Segurança Institucional, para o Comando da Força. Ele é benquisto no Exército e já comandou o Estado Maior.
O desafio do Palácio é encontrar sucessor para Etchegoyen, considerado linha dura mas bom articulador. Ele restabeleceu o GSI e reformou a Abin, antes controlada pelo PT.
A informação está postada no site Coluna Esplanada, assinada pelo jornalista Lenadro Mazzini, um dos profissionais mais bem informados de Brasília.

Fonte: Último Segundo - iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/colunas/blog-esplanada/2017-04-28/exercito.html

A greve "oportunista" e fracassada do 28 de abril

Eles foram contra a Constituinte, contra o Plano Real, contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra tudo que não saísse de sua lavra de projetos fracassados. São contra, pela simples necessidade de impor a mensagem de que só o PT e suas maquinações fraudulentas salvam. Você ainda acredita?

No editorial de Isto É, Carlos José Marques diz que a "greve" do dia 28, nada mais foi "FALTA DO QUE FAZER?"  -  A foto é de Roosevelt Cassio/Reuters

O oportunismo marca de forma evidente a chamada “greve geral” que sindicalistas e entidades ligadas ao Partido dos Trabalhadores organizaram para tentar convencer a todos de que o País vive o caos. Parece falta do que fazer. Por trás de bandeiras dispersas, aproveitando-se de um final de semana prolongado para motivar a massa incauta a enforcar um dia a mais, os líderes do movimento tinham intenções bem definidas, embora inconfessáveis: a maior delas, para além do enfraquecimento dos adversários que buscam há muito custo levar adiante medidas estruturais (como as reformas da previdência e trabalhista) que consertem o País, era montar massa crítica com o intuito de impedir no Congresso a votação do fim do imposto sindical. Este sim é um instrumento que pode ferir de morte essa vasta cadeia de siglas de aluguel financiadas à custa do trabalho alheio. Pelegos que não pegam no batente há muito tempo (alguns deles nem sabem o que é isso!) e vivem como parasitas de subvenções ganharam projeção na era dos governos Lula e Dilma e estão a reclamar a continuidade de seu status quo na atual cena econômica brasileira. Nada mais anacrônico. Muitos deles descambaram para a anarquia pura e simples. Atuam promovendo depredações, ocupações irregulares de prédios e atos criminosos de toda ordem, até então sem reprimendas. Mesmo em pequenos grupos – muitas vezes se contam aos dedos – são capazes de parar estradas e vias expressas com pneus incendiados e ônibus destruídos para chamarem a atenção, comprometendo a rotina e o direito da maioria. CUT, MST, MTST e quetais estão aí para demonstrar. Juntos com o PT, vendem a ideia de “incendiar o País”, colocando as ruas em constante estado de instabilidade e tensão. Arregimentam seguidores com comida, bancam o transporte e dizem que isso é manifestação espontânea do povo. Longe de ser verdade. Arruaceiros agem assim. Pode, por exemplo, ser considerado natural, com o endosso sem ressalvas de cidadãos que pagam impostos, o ataque de servidores ao Congresso, dias atrás, dilapidando com pedradas, quebra-quebra e invasões na marra às instalações para fazer valer sua vontade numa votação em plenária? Não é o desejo hegemônico que vem prevalecendo nesses casos. Ao contrário: uma minoria ruidosa tem conseguido se sobrepor, levando adiante pleitos na base do grito, sem discussões ou negociações. Certamente, boa parte do público visto nas manifestações da última sexta-feira, 28, não era de grevistas e sim de pessoas que sequer conseguiram chegar ao seu local de trabalho por falta de condução, com os transportes públicos paralisados. Uma insensatez, porque marca a adesão à greve menos por posições esclarecidas e mais por imposição. Não se tira, naturalmente, a importância e a necessidade de greves na defesa de interesses de qualquer natureza – sejam eles de categorias ou da maioria do povo. Faz parte da democracia. Mas quando ela vem no bojo de uma pregação partidária e doutrinária, isso é de preocupar. Chama-se aliciamento. Mesmo de jovens e das escolas que, paralisando atividades, levaram famílias inteiras a “aderirem” à greve a contragosto, em muitos casos não concordando sequer com as posições tomadas durante o protesto. Ditadura às avessas. O Brasil precisa, mais do que nunca, ter cuidado com aqueles que se arvoram o papel de “salvadores da pátria” e que, mostraram os fatos, arruinaram o patrimônio nacional. O ex-presidente Lula & Cia, que em 13 anos de poder implodiram com a economia e deixaram um mega rombo fruto da corrupção endêmica, estão animados na sabotagem a qualquer saída sensata para a crise, almejando ao fim e ao cabo a retomada do poder. Reitere-se que foram eles os artífices da lambança para a qual a atual gestão busca uma alternativa. O tumulto, é líquido e certo, conta a favor da causa petista. Não importa se o Estado vai quebrar ou não, se as reformas são necessárias (e são, basta ver os números) ou se o tal imposto sindical, aquela taxa que cada trabalhador é obrigado a pagar compulsoriamente às organizações classistas, não passa de uma excrescência. A modernização da lei trabalhista ou qualquer alternativa a ela não está em questão pelo olhar desonesto dos partidários dessa corrente de pensamento. Eles foram contra a Constituinte, contra o Plano Real, contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra tudo que não saísse de sua lavra de projetos fracassados. São contra, pela simples necessidade de impor a mensagem de que só o PT e suas maquinações fraudulentas salvam. Você ainda acredita?

Eike Batista é "premiado" com Habeas Copus



Gilmar Mendes, Ministro do STF acaba de conceder "habeas corpus" para o multi-milionário Eike Batista, preso desde janeiro.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Urgente: Globo dá notícia falsa, senador passa mal e vai para a UTI

Josias de Souza publica: Internado na UTI do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, passou mal antes de desmaiar, na madrugada desta quinta-feira. Foi amparado pela mulher, Mônica Paes de Andrade Oliveira, que relatou o susto a amigos que estiveram no hospital. O casal estava defronte da televisão.

Exames preliminares descartaram a ocorrência de Acidente Vascular Cerebral. Segundo o relato de Mônica, os médicos suspeitam de encefalite viral. É uma infecção do sistema nervoso central que provoca a inflamação do cérebro. Mas o diagnóstico ainda não foi confirmado.

Antes de passar mal, Eunício exalava satisfação com o resultado da sessão noturna que acabara de presidir. Os senadores haviam aprovado duas propostas de grande repercussão: o projeto sobre abuso de autoridade e a emenda constitucional que acaba com o foro privilegiado para congressistas e autoridades.

O senador irritou-se com uma reportagem do Jornal Nacional. No trecho que o abespinhou, a notícia informava: “…o Senado, que tem 28 parlamentares respondendo a inquéritos da Lava Jato no Supremo, deu 75 votos a favor do fim do foro privilegiado. Foi unanimidade, só o presidente Eunício Oliveira não votou…”

Pelo regimento interno do Senado, o presidente é proibido de votar, exceto quando há empate. Eunício achou que ficou parecendo que ele era contra o fim do foro. Algo que, na sua opinião, não fazia jus ao papel que desempenhara. Ele dizia ter articulado a aprovação da emenda em negociações que vararam a madrugada na noite anterior.

Depois de telefonar à emissora para se queixar, Eunício rendeu-se ao futebol. Assistiu à partida Atlético-PR 2 X 0 Flamengo, válida pela Taça Libertadores. Chegou a cochilar durante o jogo. De repente, sentiu-se mal. Segundo Mônica, ele estava pálido. Suava muito antes de perder os sentidos. Foi levado às pressas pelo filho à Clínica Daher, mais próxima de sua casa. Depois, removeram-no para a UTI do Hospital Santa Lúcia, onde se encontra.

URGENTE: Juiz absolve por porte ilegal de arma: É direito se defender!

Trauma em roubo justifica posse de arma ilegal e afasta punição, diz juiz de Goiás. Citando o trauma do réu que sofreu assalto, a insegurança pública e a burocracia para se conseguir porte de arma, um juiz de Goiás absolveu um homem preso que confessou portar uma arma de forma ilegal. A decisão foi do juiz Eduardo Perez Oliveira, da comarca de Fazenda Nova (GO), que entendeu que o trauma sofrido em um roubo justifica a posse de uma arma ilegal. 

O juiz confirmou a materialidade do delito de portar arma de fogo, assessório e munições de uso restrito, o que ficou provado nos autos de prisão em flagrante e de exibição e apreensão e pelo laudo de exame pericial.

Da mesma forma, a autoria foi comprovada nos depoimentos e da confissão espontânea do réu. Além disso, Perez Oliveira considerou que o acusado é penalmente imputável, não existindo nos autos provas de que ele não possua capacidade psíquica de entender o caráter ilícito do fato. Contudo, explicou que existe um elemento excepcional no caso.

Estado mental do acusado
O magistrado apontou que o acusado passou a andar armado após ter sido vítima de um roubo, que quase o levou à morte, pois o assaltante atirou em seu rosto.

"É certo que era uma arma ilegal, com numeração suprimida, e, além de tudo, adquirida de forma claramente ilícita. No entanto, é preciso considerar três elementos: o estado mental do acusado, a insegurança pública e a burocracia escorchante do país quanto à aquisição de armas e seu respectivo porte", disse Eduardo.

Ainda, ponderou que o réu possui trabalho fixo, sem antecedentes criminais. Apesar de o crime ter acontecido em 2014, submeteu-se a tratamento psiquiátrico até data próxima ao flagrante. “Da própria abordagem feita vê-se que o acusado não possui qualquer traquejo criminoso, informando a polícia de plano sobre a arma em seu veículo, sequer buscando ocultá-la”, entendeu o juiz. “Ora, está-se diante de um nítido caso de inexigibilidade de conduta diversa pela alteração psíquica decorrente do crime de que foi vítima”, continuou.

Impacto psicológico
O magistrado disse que o acusado é um vendedor, com família constituída. Levantou a questão de que uma pessoa, com uma vida ordinária e sem contato com a criminalidade ou a violência, sofre impacto psicológico ao ser vítima de um incidente como o deste caso.

Afirmou que o réu estava fora de si ao adquirir uma arma de fogo ilegal no intuito de se proteger, uma vez que não sabia manuseá-la e não possuía treinamento específico. “Com as portas fechadas da segurança e da burocracia estatal, com o desamparo a que o Brasil deixa as vítimas dos crimes, um estado que, com sua passividade, é cúmplice, o acusado, transtornado, adquiriu uma arma de fogo”, criticou Eduardo Perez Oliveira.

Ao final, concluiu que não havia culpabilidade do acusado, afastando sua condenação. Apesar disso, determinou a destruição da arma. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-GO. 

http://www.conjur.com.br/2017-abr-25/trauma-roubo-justifica-posse-arma-ilegal-afasta-punicao?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

Escândalo político: A greve do feriadão

Guilherme Buolos - O símbolo "escrachado" do sindicalismo de
resultado
Editorial do Estadão: " Uma “greve geral” marcada para coincidir com a véspera de um feriado prolongado, encompridando-o um pouco mais, traduz bem o espírito dos organizadores desse movimento. Os chefes das centrais sindicais que convocaram a paralisação certamente esperam que a adesão seja alta, entre outras razões, porque muita gente vai considerar a “greve” uma oportunidade de antecipar a folga. Como ergofóbicos que são, esses sindicalistas conhecem o valor de uma boa desculpa para não ir trabalhar.
E a desculpa da vez são as reformas promovidas pelo governo de Michel Temer, especialmente a trabalhista e a previdenciária. A desonestidade dessa campanha sindical, orquestrada pelo PT, é evidente por si mesma. O partido que governou o Brasil por mais de uma década e é diretamente responsável pelo colapso da economia – sem falar do colapso moral – lidera um movimento destinado justamente a sabotar as únicas soluções possíveis para a crise que os próprios petistas criaram.
Para que o deboche seja completo, o PT, ao mesmo tempo que está organizando a tal greve, tratou de lançar um “plano econômico”, batizado de Seis Medidas Emergenciais para Recuperação da Economia, do Emprego e da Renda. Lá estão, uma a uma, as mesmíssimas medidas que condenaram o Brasil a três anos de profunda recessão, que quase levaram o Estado à bancarrota e que criaram mais de 13 milhões de desempregados.
Os petistas dizem que querem, entre outras coisas, “fortalecer empresas brasileiras para gerar empregos de qualidade”, isto é, voltar a privilegiar empresas amigas do governo; “aumentar o comércio Sul-Sul, principalmente os Brics”, impedindo, por questões ideológicas, que o Brasil faça acordos comerciais muito mais vantajosos; e “investir em infraestrutura para uma economia dinâmica e eficiente”, o que, no governo petista, equivaleu a destinar bilhões de reais para projetos superfaturados que mal saíram do papel. Além disso, o PT pretende “recuperar as empresas de construção civil”, ou seja, dar uma mãozinha aos sócios empreiteiros hoje enrascados na Lava Jato, e também quer “recuperar o papel central da Petrobrás”, impedindo – atenção – “a fragmentação, destruição e privatização da Petrobrás”, como se a estatal não tivesse sido rapinada e arruinada justamente pelos petistas.
A desfaçatez é, portanto, total. O PT, fragorosamente derrotado nas urnas e expelido do poder por ter legado à Nação uma crise econômica sem precedentes e um descomunal escândalo de corrupção, acredita-se em condições morais de denunciar um governo que, a duras penas, luta para consertar uma parte desse estrago. E é espantoso que haja quem, por vício sindical ou político, aceite engrossar esse movimento, deixando de refletir sobre os efeitos nefastos que a rejeição das reformas de Temer teria para o conjunto da sociedade.
Até mesmo algumas escolas particulares de São Paulo decidiram apoiar o movimento grevista de seus professores, em vez de lhes cortar o ponto pela falta, em claro desrespeito aos que pagam mensalidade em troca do serviço. Uma das escolas, resumindo o espírito que presidiu tão esdrúxula decisão, argumentou que as reformas foram encaminhadas “sem o debate qualificado” – como se o Congresso não fosse o local legítimo desse debate.
A maioria dos trabalhadores que deixarão de cumprir expediente amanhã, contudo, será formada não por grevistas, mas por funcionários que não conseguirão chegar ao trabalho em razão da paralisação do transporte público. O mesmo vai acontecer com os estudantes, que deixarão de ir à escola não apenas pela falta de transporte, mas porque muitos professores aderiram à greve.
Tudo isso, caso se confirme, tende a dar a falsa sensação de que a “greve geral” é mesmo geral, isto é, que mobilizou grande parte dos trabalhadores para protestar contra as reformas encaminhadas pelo governo. Num Congresso acuado por denúncias de corrupção e pela perspectiva de grandes e radicais renovações nas eleições de 2018, essa atmosfera pode definir votos contra as mudanças. Ao governo cabe manter a firmeza de propósitos, sem se intimidar pela delinquência daqueles que usam os “direitos do trabalhador” para golpear os trabalhadores pelas costas."
Publicado em 27 de abril de 2017.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Adriana Ancelmo, " rainha do Rio" voltará a fazer "cocô" no "boi" de uma cela em Bagú


A Justiça Federal no Rio de Janeiro decidiu, nesta quarta-feira (26), que a advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e investigada por corrupção e lavagem de dinheiro, deverá retornar à prisão. Ela havia obtido no STJ (Superior Tribunal de Justiça) o direito de cumprir prisão domiciliar com o argumento de que seus dois filhos menores sofriam com a ausência da mãe.... - 

Por 2 votos a 1, o TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) derrubou a liminar que autorizava a prisão domiciliar. Com isso, tão logo seja publicado o resultado da audiência, Adriana deverá voltar a ocupar uma das celas da cadeia feminina de Bangu, na zona oeste carioca. Cabral está no mesmo complexo penitenciário. 

Durante o julgamento de hoje, a procuradora da República Silvana Batini disse que, por mais que os filhos do casal Cabral estejam vendo o "mundo desmoronar", a situação de Adriana está "além do que se pode fazer institucionalmente.

Um dos principais argumentos utilizados pelo MPF (Ministério Público Federal) foi que, em prisão domiciliar, Adriana poderá agir no sentido de ocultar o dinheiro que teria sido obtido pelo marido de forma ilícita. "Adriana atuava nesse nicho de lavagem de dinheiro", disse Batini.

Conteúdo UOL

Tsunami chamado Antonio Palocci: Lula e empresários serão dedudaros na Lava-Jato

Palocci deve delatar Lula e seus parceiros do setor privado. Empresários e banqueiros já não dormem diante da possibilidade de ver suas falcatruas "desnudadas" por um de seus artífices petistas.

O ex-ministro Antonio Palocci deverá incluir em sua delação, além do ex-presidente Lula, pessoas que se beneficiaram do esquema de corrupção nos governos petistas. Do tipo frio, calculista, que não se emociona por nada, Palocci deve envolver empresários, inclusive da área de comunicação, e banqueiros que se locupletaram de decisões do governo. Palocci estaria com sede de vingança, dizem fontes do PT. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Palocci pretende se vingar de Lula e dos banqueiros e empresários que não o “protegeram” e nem o ajudaram após sua prisão, em outubro.

A um advogado, Palocci disse que não vai “pagar esse pato sozinho”, queixando-se de que Lula e demais “parceiros” o abandonaram.

Quarta (19), Palocci surpreendeu ao se colocar à disposição para “colaborar”, prometendo material para “mais um ano” de Lava Jato.

O MPF pressiona, mas foram as conversas com Marcelo Odebrecht e Leo Pinheiro, na carceragem da PF, que persuadiram Palocci a delatar.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Michel Temer TEM imagem ligada ao "diabo", diz marqueteiro João Santana

O marqueteiro João Santana disse ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que decidiu diminuir as aparições de Michel Temer (PMDB) em peças publicitárias da campanha de 2014 ao constatar prejuízo entre eleitores. Em depoimento nesta segunda (24), ele afirmou que pesquisas internas revelavam queda das intenções de voto quando o então candidato a vice participava das propagandas. O motivo, segundo Santana, seria que historicamente a imagem de Temer sempre foi relacionada com o "satanismo".

A afirmação do marqueteiro foi em resposta a uma pergunta do ministro Herman Benjamin sobre o papel do vice-presidente na campanha. Santana afirmou que sua relação com Temer era apenas nos dias em que havia gravações de comerciais a serem feitas. Para o publicitário, o atual presidente também foi beneficiado pelo caixa 2 da campanha. Benjamin é o relator da ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer no TSE. O julgamento chegou a começar mas foi paralisado para que a defesa dos investigados tivessem mais tempo para manifestações e também para que novas testemunhas fossem ouvidas. João Santana e sua mulher, Mônica Moura, prestaram depoimento em Salvador (BA). Um funcionário do casal, André Santana, também foi interrogado.

Urgente: Sergio Moro CANCELA audiência de Lula: Prisão é "cogitada" para qualquer momento!

A decisão do Juiz Sérgio Moro em transferir a "oitiva" do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, marcada para o dia 03 de maio, em Curitiba está envolta em mistérios. 

 Falta de segurança,  apontada pela Polícia Federal ou a iminente decretação da prisão preventiva de Lula?

A ordem para que Leo Pinheiro destruísse provas sobre a propriedade e reforma do triplex são elementos ensejadores da decretação de prisão preventiva, segundo o artigo 312 do Código de Processo Penal.

Está muito claro que só agora, uma semana antes da audiência, a Polícia Federal detectou  que uma gigantesca e perigosa movimentação de "simpatizantes " de Lula estavam com passagem marcada, ônibus locados, automóveis abastecidos e "sandálias" novas para tomar Curitiba de assalto e fazer medo à justiça brasileira.

O Cristalvox publicou no ultimo sábado, 22, a informação de que o Exército garantiria a segurança de Curitiba e do Juiz Sérgio Moro, dia 03, dia em que Lula seria ouvido na 13ª Vara Federal para contar todos os segredos sobre o "triplex" que não é dele, mas sim do "amigo" da Odebrecht.

O Cristalvox não errou. Ao contrario, acertou na mosca. Não havia nenhuma condição de segurança para as pessoas de bem e para o magistrado que comanda a Lava-Jato. Uma "turba" de "baderneiros" financiada com dinheiro público,  ANGARIADO DE FORMA DUVIDOSA por centrais sindicais e ONGs vinculadas ao PT , "ameaçava" a "ordem" no Paraná.  

Ou no dia 03,  ou no dia 10 de maio, independente de pedido do governador do Paraná para que as forças federais garantam a paz e a segurança nas ruas de Curitiba, os militares cumprirão o seu dever... Não haverá baderna nem derramamento de sangue, muito menos um cadáver para a "esquerda radical" usar como bandeira,  capaz de "ocultar" seu verdeiro objetivo: Provocar uma ruptura à esquerda! 

domingo, 23 de abril de 2017

Lula é o candidato de José Serra em 2018

O editor do Cristalvox não cansa em repetir que vem observando os movimentos dos caciques do PSDB, PMDB e PT. Em desespero tentam encontrar uma saída para salvar suas carreiras e o "pelo", como dizem no interiorzão do Brasil.  

Não ficam nem corados quando seus nomes são colocados em manchetes garrafais em jornais e sites. Ignoram um "cenário" desolador e funesto que está preparado para 2018, onde todos serão hóspedes do "guardião" do Inferno de Dante.


Então, nada mais lógico que se tome conhecimento de que já articulam uma união com o "capeta".  José Serra quer Lula presidente em 2018.

O Radar de Veja publica: "Uma cena ocorrida durante um jantar oferecido por Eunício Oliveira, há cerca de dez dias, revela como a delação da Odebrecht uniu PT, PSDB e PMDB na esquina do desespero. 

Na ocasião, tucanos e petistas defendiam abertamente a aprovação do projeto da lei do abuso de autoridade, que endurece punições a procuradores e juízes.

Depois de ouvir elogios dos colegas à proposta, Jorge Viana alertou sobre a situação de quem lhe interessa. Disse que a iniciativa, embora bem-vinda, não altera em nada a situação de Lula, ameaçado de ser preso.

Eis que a frase de consolo partiu de José Serra, deixando claro que o medo hoje é pluripartidário em Brasília. “Não. Lula tem que ser candidato em 2018. Tem legitimidade”.
Conteúdo Veja, assinado pelo jornalista Gabriel Mascarenhas"

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/serra-quer-lula-candidato-em-2018/

França: Direita arrasa no berço do socialismo!

O liberal Emmanuel Macron e a candidata de extrema-direita Marine Le Pen vão disputar o 2° turno das eleições presidenciais na França, segundo apontam pesquisas de boca de urna divulgadas após o encerramento da votação. De acordo com levantamento da consultoria Ipsos, Macron obteve 23,7% dos votos e Le Pen 21,7%. As informações são da Agência Télam.
A votação do 2° turno está marcada para 7 de maio. O conservador  Francois Fillon e o esquerdista Jean-Luc Mélenchon, que de acordo com as pesquisas eleitorais também tinham chance de ir ao 2º turno, ficaram empatadas com 19,5% dos votos, segundo pesquisa divulgada pelo jornal francês Le Monde. O socialista Benoit Hamon obteve 6,2% dos votos. 

Os quatro principais candidatos votaram pela manhã, sob forte esquema de segurança após o ataque de um atirador registrado em Paris na última semana.

Aos 39 anos, Macron espera tornar-se o presidente mais jovem do país, enquanto a líder da Frente Nacional tenta ser a primeira mulher  a alcançar o posto de chefe de Estado na França.

Comparecimento

Na eleição mais disputa da história recente da França, quase  70% dos eleitores franceses já tinham votado até as 17h (horário local). O percentual de 69,42% é ligeiramente inferior aos registrados em 2012, de acordo com o Ministério do Interior. O pleito encerrou-se às 20h.
Diário do Poder