sexta-feira, 18 de agosto de 2017

A "podridão" do judiciário de Gilmar Mendes

Se Ele, Gilmar Mendes é capaz de utilizar o telefone e o Gabinete de Ministro no Supremo Tribunal Federal para "afagar" e se solidarizar com um "bandido confesso" do tamanho de Sinval Barbosa, ex-governador do Mato Grosso...
Se Ele, Gilmar Mendes tem a "maior cara de pau" em não se "dar por impedido" para atuar em processos em que Eike Batista seja parte, mesmo que sua mulher, a advogada Guiomar Feitosa Mendes,  seja sócia do escritório do mega defensor de bandidos do "colarinho branco" Sérgio Bermudes...  Não é de se estranhar que ontem, quinta, 17, no apagar das luzes da tarde "seca e fria" de Brasília, Ele, Gilmar Mendes mostrasse, de novo, todo o seu o "deboche" para com o JUDICIÁRIO ao determinar a soltura de DOIS BANDIDOS  - Jacob Barata Filho e Lélis Teixeira - envolvidos em fraudes milionárias no setor de transportes da cidade e do Estado do Rio de Janeiro... 
MOTIVO PARA TANTA JUSTIÇA: Sua mulher, a advogada Guiomar Feitosa Mendes é sócia do escritório do Mega defensor de bandidos do"colarinho branco" Sérgio Bermudes, trincheira defensoras dessa gente "escrota e bandida" que agiu de forma criminosa para "quebrar" o Rio de Janeiro...  
Gilmar e Guiomar foram padrinhos de casamento da "BARATINHA",  filha de Jacob Barata Filho... o que prova a "amizade íntima" do "julgador e do réu". Trata-se de impedimento moral e técnico. 
Mas ainda há esperança: No Brasil  existem JUÍZES do tamanho de MARCELO BRETAS que desafia o "coronezinho de Diamantino". Com desassombro MANDOU prender, de novo, os protegidos de Gilmar Mendes.
É hora do JUDICIÁRIO  brasileiro REAGIR  e mostrar seu verdadeiro pape constitucional ... Não pode permitir que "comprados" continuem a decidir em favor de amigos e "paniáguas" ops... apaniguados... em troca de vaga no magistério!

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Eliseu Padilha no "epicentro" da Lava Jato Gaúcha


Em matéria assinada pela jornalista Paula Sperb da Revista Veja, Antônio Claudio Albernaz Cordeiro, o "tonico", que possui relação com entidades de construtoras investigadas por desviar verba pública, teria repassado um milhão de reais em propina a Eliseu Padilha.

A Polícia Federal iniciou, na manhã desta quarta-feira, em Porto Alegre, a Operação Étimo, que investiga lavagem de dinheiro desviado de obras públicas federais por intermédio de associações que representam construtoras. A expectativa é que a Étimo seja a “Lava Jato gaúcha”, segundo o delegado Sérgio Busatto, da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros (Delefin). Isso porque a operação investiga um período abrangente de atos ilegais, de 2000 a 2011, quando pelo menos 30 milhões de reais teriam sido desviados.

O dinheiro de obras em estradas era repassado a associações de empreiteiras com a justificativa de prestação de serviço de assessoria. Os valores eram distribuídos a três empresas de fachada em espécie, para dificultar o rastreamento. Também eram depositados em contas no Panamá e na Suíça, de acordo com a delegada Ilienara Cristina Karras, que comanda a operação.

A palavra Étimo, em grego, significa “origem” e remete à fonte das informações, que foram compartilhadas pelo juiz Sergio Moro, de Curitiba. Os dados da Operação Xepa, 26ª fase da Lava Jato, ajudaram a PF gaúcha a deflagrar a investigação.

Os delegados responsáveis não divulgaram os nomes e associações envolvidas. VEJA apurou que os cinco mandados de busca e apreensão realizados na manhã desta quarta-feira estão ligados à Areop (Associação Riograndense de Empreiteiros de Obras Públicas) e ao Sicepot-RS (Sindicato da Indústria de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem do RS). VEJA tentou contato com as entidades, mas não obteve retorno.

As duas entidades funcionam no mesmo endereço e recebiam verba desviada das obras públicas e repassavam a três empresas de fachada com atuação em Canoas e Glorinha, no RS, e Brasília, no Distrito Federal. A PF não divulgou quais agentes públicos e políticos podem estar envolvidos no esquema.

Tanto a Aerop quanto a Sicepot estão relacionadas a Antônio Claudio Albernaz Cordeiro, o doleiro que foi preso durante a  Operação Xepa, em Porto Alegre. Antônio é conhecido como “Tonico” e, segundo reportagem de VEJA, destinou 1 milhão de reais ao ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB). Padilha é braço-direito do presidente Michel Temer (PMDB).

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Militares brasileiros "colocam" TEMER "de joelhos"... "quem tem... tem medo"!

O reajustes de militares custarão R$ 4,6 bilhões aos cofres públicos em 2018, editado por  ANTONIO TEMÓTEO, publicado no Blog do Vicente no jornal Correio Brasiliense...
As pressões da cúpula das Forças Armadas garantiram aos militares o reajuste salarial previsto para 2018, enquanto os servidores civis terão a revisão nos contracheques adiada para 2019. A decisão do governo foi comunicada na terça-feira, 15, pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, e custará R$ 4,6 bilhões aos cofres públicos no próximo ano.

A estimativa inicial do Executivo era de economizar até R$ 9,7 bilhões com o adiamento das revisões de servidores civis e militares. Entretanto, o valor encolheu para R$ 5,1 bilhões após fortes articulações dos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. O presidente Michel Temer ouviu o apelo da ala política do Palácio do Planalto, que alegou não ser um bom momento comprar briga com a caserna.

Os militares também ficaram de fora da proposta de reforma da Previdência. Apesar de toda a pressão do Ministério do Planejamento para que integrantes das três Forças dessem sua de sacrifício, o Planalto achou por bem ouvir o ministro da Defesa, Raul Jungmann, que repassou a Temer um quadro nada agradável, de rebelião dos altos escalões do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

Segundo políticos ligados ao Planalto, os militares foram muito prejudicados nos últimos anos. Portanto, não seria justo mantê-los sem reajustes em 2018. Já os servidores civis tiveram correções generosas ao longo da última década, além de as remunerações serem muito maiores no que nas Forças Armadas.
Fonte:  http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/reajustes-de-militares-custarao-r-46-bilhoes-aos-cofres-publicos/

EXPLOSIVO: Odebrecht pode ter enganado a justiça brasileira... Advogado sugere falsificação de provas e documentos

O advogado Rodrigo Tacla Durán, que atuou por anos para a Odebrecht, acusa a empreiteira baiana de ter apresentado à Lava Jato extratos falsificados de um banco que ela comprou em Antígua, no Caribe, como provas de repasses de propinas. A acusação integra peça que ele enviou a Cingapura, para esclarecer operações financeiras que travou com a empresa naquele país. O MPF pediu a prisão de Durán, mas a Espanha, onde ele está em liberdade provisória, não quis extraditá-lo.

Durán fez uma série de apontamentos nos extratos do Meinl Bank em Antígua, filial do banco austríaco comprada pela Odebrecht no Caribe. Ele afirma, por exemplo, que os documentos não poderiam ter sido emitidos nas datas em que a empresa alega porque as contas estavam bloqueadas.

O  advogado diz ainda que a Odebrecht manipulou manualmente trechos dos extratos e aponta divergências na redação de operações como indício de que os registros não foram gerados automaticamente pelo sistema do banco.

As peças atacadas pelo advogado estão no Supremo e são citadas em ao menos dois inquéritos abertos a partir da delação premiada firmada pela empreiteira.

Durán é acusado pela Lava Jato de ter lavado mais de R$ 50 milhões para a Odebrecht. Ele nega. Em recente entrevista ao “El País”, disse que atuou como advogado da empreiteira e a acusou de ter omitido informações à Justiça.

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara aprovou nesta quarta (9) requerimento em que convida Tacla Durán a falar ao colegiado o que sabe a respeito da empreiteira.

Procurada, a Odebrecht afirmou que “está colaborando com as autoridades no esclarecimento de todos os fatos por ela revelados. E reafirma o seu compromisso com a verdade e com o combate à corrupção”.

 “Os dados entregues na colaboração foram identificados com apoio de empresas especializadas e serviram de base para acordos já homologados pelas autoridades de diversos países, incluindo o STF e a Justiça Federal do Paraná”, ressaltou a empresa no texto.
Conteúdo do Painel da Folha de São Paulo 

OVOCIONADO, João Doria é recebido sob protestos em Natal

Prefeito ira receber uma condecoração proposta pelo presidente afastado da Câmara Raniere Barbosa (PDT), que é acusado de desviar dinheiro público. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), foi recebido nesta quarta-feira sob protestos em Natal. Um grupo de manifestantes entrou no Shopping Midway Mall, na Zona Leste capital do Rio Grande do Norte, onde está sediado o Teatro Riachuelo, segurando cartazes e gritando palavras de ordem contra o prefeito paulistano.

Também é alvo dos manifestantes o empresário Flávio Rocha, amigo pessoal de Doria e executivo do Grupo Guararapes, dono do shopping e do teatro onde ocorre a cerimônia de entrega de título de cidadão natalense ao prefeito de São Paulo. Rocha receberá a Medalha Frei Miguelinho, maior honraria concedida pela Câmara Municipal do Natal.

O título a ser recebido por Doria foi proposto pelo presidente afastado da Câmara Municipal, vereador Raniere Barbosa (PDT). O parlamentar é acusado de desviar cerca de 22 milhões de reais da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) por meio de superfaturamento de contratos.
Foto de  Ricardo Araújo/Estadão Conteúdo)

Acidente ou atentado Político? Morre ex-senador boliviano asilado no Brasil


Aliados do ex-senador suspeitam que o avião que ele pilotava sofreu sabotagem dos serviços secretos da Bolívia e de Cuba, conhecidos pelos métodos, pela truculência e pela violência. Ex-advogado de Molina, Fernando Tibúrcio recomendou enfaticamente que as autoridades brasileiras investigam essa hipótese de sabotagem. (Diário do Poder)

Morreu nesta quarta-feira o ex-senador boliviano Roger Pinto Molina, aos 58 anos. Asilado no Brasil desde agosto de 2013, Molina havia sofrido um acidente em Luiziânia (GO), no sábado, com o avião de pequeno porte que pilotava. Ele estava internado em estado grave no Hospital de Base do Distrito Federal, que confirmou a morte. A Aeronáutica investiga a queda da aeronave.

O ex-senador voava só e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros. Ele deu entrada no hospital em estado grave, politraumatizado e com traumatismo crânio-encefálico. Segundo o Hospital de Base, Molina morreu às 4h43 desta quarta-feira, após sofrer uma parada cardiorrespiratória e não responder às manobras de reanimação. O corpo foi encaminhado ao IML, por se tratar de acidente aéreo.

Molina vivia em Brasília após ter saído clandestinamente de seu país com a ajuda do diplomata Eduardo Saboia. Enquanto senador, fez oposição ao governo do presidente boliviano, Evo Morales. Em maio de 2012, o político pediu asilo na embaixada do Brasil em La Paz, alegando ser vítima de perseguição política.

Depois de quinze meses vivendo na representação brasileira para não ser preso, quando já se encontrava com o estado de saúde debilitado, o então encarregado de negócios da embaixada, Eduardo Saboia, ajudou Molina a fugir de carro até a fronteira com o Brasil, em Corumbá (MS). De lá, seguiu de avião até Brasília.

O episódio abriu uma crise no governo da então presidente Dilma Rousseff (PT), alinhado ao de Morales. O então chanceler, Antonio Patriota, perdeu o cargo por causa da fuga, e Saboia foi alvo de processo interno no Itamaraty. Atualmente, Patriota é embaixador em Roma. Já Saboia, promovido a embaixador, trabalha no gabinete do atual ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB).

Na capital federal, o ex-senador boliviano obteve uma licença para atuar como piloto profissional. Segundo relatou a VEJA em fevereiro, essa é uma área em que já tinha atuado em seu país. Ele era sogro de Miguel Quiroga, o piloto do avião que caiu com o time da Chapecoense em novembro de 2016.
Conteúdo: Veja

A nova epidemia da aids

A disseminação da doença é alarmante em alguns continentes, como parte da África, Ásia, Europa, América Latina e Caribe...

A aids foi reconhecida entre homossexuais masculinos nos Estados Unidos, em 1981. Após três décadas, tornou-se a pior epidemia do século XX, matando mais de 35 milhões de pessoas. Estudos moleculares filogenéticos indicam que o HIV estava presente na África, em populações localizadas, desde o início de 1900.

O otimismo inicial que se seguiu após a descoberta do HIV, o desenvolvimento de testes diagnósticos, a profilaxia das infecções oportunísticas, a identificação da eficácia das drogas antivirais e a prevenção da transmissão materno-fetal têm-se contraposto à magnitude da pandemia mundial. A disseminação continuada em novas áreas e a consolidação em vários outros locais culminam em um cenário desalentador.

A disseminação da doença é alarmante em alguns continentes, especialmente na África Sub-Sahariana, no sudeste da Ásia e continua expressiva no leste da Europa, América Latina e Caribe.

No final de 2015, as estatísticas relatadas eram as seguintes:

 36,7 milhões de crianças e adultos vivendo com HIV/aids
2,1 milhões novos infectados em 2015
1,1 milhão de mortos em 2015
3,3 milhões de crianças vivendo com HIV/aids
Na América Latina estima-se que 2 milhões de pessoas estejam contaminadas, dessas, 3/4 estão no Brasil, Colômbia, México e Venezuela. Na Jamaica, avalia-se que 30% dos homens que fazem sexo com homens estejam infectados.

Transmissão

As principais formas de transmissão são a sexual, a parenteral, especialmente, em usuários de drogas ilícitas, e a perinatal. Em alguns lugares do mundo, a despeito do acesso ao diagnóstico e a medicamentos, cada vez mais efetivos, a população de homens que fazem sexo com homens é 19 vezes mais infectada, quando comparada a outros grupos de pacientes contaminados pelo HIV. Nos EUA, 68% dos novos casos encontram-se nessa condição.

Terapia antirretroviral

A introdução da terapia antirretroviral impactou na epidemiologia do HIV, não só no aumento e na melhor qualidade de vida, como na diminuição da transmissão, pela menor circulação do vírus, evitando novas contaminações. Até o final de 2015, o tratamento beneficiou mais de 17 milhões de pessoas em todo o mundo.

Desafios

Mas, os desafios ainda são inúmeros, alguns transformando-se em metas até 2020, segundo os órgãos mundiais de saúde. Os três principais são:

90% das pessoas vivendo com HIV conhecerão sua condição de soro-positivos
90% das pessoas diagnosticadas receberão terapêutica antirretroviral
90% das pessoas recebendo a terapêutica antirretroviral terão supressão viral
Na verdade, o que pesquisadores, profissionais da saúde e pacientes anseiam é a incorporação de uma vacina, a prevenção e a descoberta de novos medicamentos mais eficazes, com menos efeitos adversos, para todos.








Publicado na Revista Veja.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

URGENTE: Ex-MINISTRO Venezuelano denuncia que CUBANOS assumiram o controle completo da VENEZUELA

Publica o site Revista Sociedade Militar...
Alejandro Riera foi um dos 125 ministros que passaram pelo governo Hugo Chavez. Seu mandato durou apenas três meses por discordar de posições do então presidente venezuelano. Em texto enviado a sites de todo o mundo o economista especializado em agricultura denuncia que o país hoje estaria nas mãos dos cubanos. Essa informação já havia há alguns anos sido distribuída por militares venezuelanos na reserva, inclusive pelo general Angel Vivas, hoje preso.
Riera diz que a situação é inédita em todo o planeta, que nunca se soube de caso em que nação estrangeira tenha assumido o controle total e inclusive ditado o que o governante deve fazer. Recentemente um dos diretores da CIA – Mike Pompeo – disse em entrevista a FOX que “Os cubanos estão lá, os russos estão lá, os iranianos e Hezbollah estão lá. É algo pode levar à uma situação muito, muito ruim, de modo que os Estados Unidos precisam levar isso a sério”
Se as informações do chefe da CIA são realmente embasadas as autoridades brasileiras devem se preocupar muito. Se a suposta ocupação da VENEZUELA se completar – um país inteiro com o qual temos mais de 2 mil quilômetros de fronteira – com forças armadas regulares e reservas de petróleo gigantescas estará nas mãos de terroristas.
Veja o texto recebido pela Revista Sociedade Militar, em tradução livre: “Incomum … O que está acontecendo na Venezuela é algo nunca visto em qualquer país. A nação estrangeira assumiu o país: Cuba, controla tudo, o presidente Maduro, a economia, o serviço nacional de identificação, registros e cartórios e até mesmo os nossos militares. 
Este domínio é exercido com a aprovação de nossos países amigos, com as armas que a Venezuela adquiriu deles e com a ajuda de especialistas guerrilheiros estrangeiros que combateram em muitas partes do mundo.  Nossos países amigos esperam que nós venezuelanos resolvamos a situação por conta própria, mas estamos sem braços e sem especialistas militares em combate. 
Cuba tem pessoas treinados e com experiência internacional em combate muitas partes do mundo. Nós não podemos fazer nada contra essa ameaça que impiedosamente mata nossos meninos, que foram vítimas destes inimigos que não têm nenhuma consideração para com o nosso povo. Nem mesmo tinham em quando do início da revolução militar em Cuba no estádio de Havana, onde viu-se as execuções nos ‘paredones ”, sem consideração para com seu próprio povo. 
Esses assassinos poderão ter consideração com a gente? , NÃO, atirando à queima roupa e matam crianças indefesas de perto, sem levar em conta que estão protestando contra a fome e a miséria que hoje vivemos na Venezuela. 
OS Estados Unidos da América, na voz do seu presidente Donald Trump disse que pode começar a intervenção armada, mas nossos vizinhos estão protestando contra o uso da força armada pelo “império”. Mas não protestaram diante da invasão dos cubanos, iranianos e guerrilheiros que nos matam e assumiram a nossa riqueza. 
Confrontado com esta vergonha nacional que ameaça arrastar sobre nós e fazer outra Cuba, a Venezuela, liderada pelo regime de Castro, é bom lembrar a importância da Venezuela durante a Segunda Guerra Mundial: A Venezuela aumentou sua produção de petróleo para 1.200.000 milhões. E um milhão de barris por dia foram doados para os Aliados, o mesmo número que os Estados Unidos contribuíram para a guerra.  A alguns anos após o conflito ter terminado, figuras proeminentes do governo americano reconheceram que, sem o petróleo venezuelano não teriam vencido a guerra contra os nazistas e que nunca poderiam deixar de reconhecer e compensar Venezuela por sua valiosa ajuda. 
Estas palavras da boca Charles Hamilton presidente da corportation Golfo-Oil, nada menos do que o ministro do Interior Oscar Chapman em 1950 no governo do presidente Truman.
Venezuela hoje mais do que nunca precisa de ajuda urgente e dessa compensação que nunca existiu . 
Por favor, ajude Venezuela, suas reservas potenciais de petróleo poderão cair em mãos inimigas.
Alejandro Riera CI Z. 423 947 +58 0414 TELEFONES 3549611/305 6085213
Economista Agrícola, Primeiro-Ministro da Agricultura Hugo Rafael Chávez, para apenas 3 ½ meses, quando renuncia a reconhecer o regime comunista que nos ameaçaram.
Texto recebido por Revista Sociedade Militar em 14 de agosto de 2017

http://www.sociedademilitar.com.br/wp/2017/08/ex-ministro-venezuelano-denuncia-que-cubanos-assumiram-o-controle-completo-da-venezuela.html




segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Tensão entre militares e equipe econômica. Jungmann "cogita" FECHAR Unidades Militares

Ministro da Defesa "embreta" burocratas da Fazenda e afirma: 
"O nosso limite é setembro. Daí, evidentemente, vamos ter de fazer redução de efetivos, fechamento de unidades, etc. Mas acredito e espero que isso não vá acontecer porque há o compromisso da equipe econômica."

Em entrevista ao Estado, para a jornalista Tânia Monteiro, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, admitiu que as Forças Armadas estão "no limite". Ele afirma que, "por enquanto", a capacidade operacional está mantida, mas concorda com os comandantes militares de que o próximo mês é o prazo máximo de recebimento de verbas para manter serviços básicos nas unidades. "O limite é setembro, e daí vamos ter de cuidar de reduzir efetivo, fechamento de unidades". Jungann disse que "espera", no entanto, que o orçamento seja recomposto pelo "compromisso" assumido pela área econômica.
As Forças Armadas estão sofrendo com restrições orçamentárias e já se fala em comprometimento de operacionalidade.

Até agora não tivemos comprometida a capacidade operacional. Mas, a partir de setembro, começaremos a ter problemas, porque as Forças estão no limite em termos orçamentários e financeiros e nos preocupa, particularmente, a interrupção ou a necessidade de renegociação dos contratos dos projetos estratégicos que acabaram de ser negociados.

Temer "inocente", não sabe nada sobre os militares brasileiros no Haiti


Completamente "ausente" e pouco a vontade, Michel Temer cumprimentou os novos oficiais generais das FFAA. Foi a mais curta cerimônia dos últimos anos no Palácio do Planalto. 
Apenas 10 minutos de puro constrangimento.

A "pérola" do evento foi o trecho do improvisado discurso quando Michel Temer provou toto seu "despreso" pelas FFAA...
"Em breve, nossas tropas deixarão o Haiti com sentimento de dever cumprido", disse o presidente, que depois ficou confuso e questionou se os militares brasileiros já haviam deixado o Haiti. "Deixarão? Já deixaram? Ah, deixam, no dia 31 de agosto."

Isso basta para que os brasileiros entedam quem é MICHEL TEMER, um dos pais do Foro de São Paulo.

Colapso nas Forças Armadas do Brasil: Corte de 44% dos recursos e preveem caos operacional


Queda de 7,8 bilhões de reais no orçamento afeta a vigilância da fronteira e diminui a capacidade de operação de unidades que apoiam a segurança pública

Em meio à discussão da mudança da meta fiscal e de corte de gastos, as Forças Armadas pressionam pela recomposição no Orçamento, que nos últimos cinco anos sofreu redução de 44,5%. De 2012 para cá, os recursos discricionários caíram de 17,5 bilhões de reais para 9,7 bilhões de reais. Os valores não incluem os gastos obrigatórios com alimentação, salários e saúde dos militares.

Segundo o comando das Forças, houve neste ano um contingenciamento de 40%. O recurso só é suficiente para cobrir os gastos até setembro. Se não houver liberação de mais verba, o plano é reduzir expediente e antecipar a baixa dos recrutas. Atualmente, já há substituição do quadro de efetivos por temporários para reduzir o custo previdenciário. Integrantes do Alto Comando do Exército, Marinha e Aeronáutica avaliam que há um risco de “colapso”.

Limites

Nas Forças Armadas, a falta de recursos afetou a vigilância da fronteira, os pelotões do Exército na Amazônia, a fiscalização da Marinha nos rios da região e na costa brasileira. Para conter os gastos, a Aeronáutica paralisou as atividades, reduziu efetivos e acabou com esquadrões permanentes nas bases dos Afonsos, no Rio, de Fortaleza, de Santos e de Florianópolis.

O corte se deu, em especial, nos projetos inseridos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O contingenciamento pode antecipar a dispensa de recrutas, assim como atrapalhar o treinamento de soldados para agir no Rio e impedir a realização de voos para interceptar aeronaves clandestinas.

As Forças também estão trocando o quadro efetivo por temporário e reduzindo a tropa. Segundo o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, os cortes “foram muito elevados, fora dos padrões”. Ele usou uma rede social no início do mês para se queixar.

Mar e Ar

Com 40% do orçamento contingenciado, a Aeronáutica cogita suspender expediente às sextas-feiras. Ela centralizou atividades em Anápolis e Natal para se adaptar. “A FAB já voou 200 mil horas por ano no passado. Este ano havia um planejamento para voarmos 122 mil horas”, disse o brigadeiro Nivaldo Rossato, comandante da Aeronáutica. “As restrições orçamentárias de toda ordem devem reduzir esse montante de 110 mil horas em 2017.”

Com navios de 35 anos de idade média, a Marinha coleciona no mar e nas águas da Bacia Amazônica embarcações consideradas ultrapassadas para as suas funções. O comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, disse que é preciso pelo menos 800 milhões de reais a mais por ano para manter a esquadra. “Isso precisa ser acertado ou nossa esquadra de superfície vai desaparecer em pouco tempo”, afirmou.

O quadro orçamentário para 2018 preocupa o comandante. “Antevemos o risco para programas estratégicos e também para o funcionamento pleno das nossas atividades diárias, com reflexos em serviços que atingem diretamente a população, como aqueles relacionados à segurança da navegação.”

(Com Estadão Conteúdo)

A corrupção da bolivariana do PT


A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, é fisgada pela PF por corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro, radicaliza o discurso e torna-se a voz mais vigorosa no partido em defesa do regime ditatorial de Nicolás Maduro. A matéria está publicada na revista Isto É e é assinada pelo jornalista Ilimar Franco

A senadora Gleisi Hoffmann não é apenas a representante legal do Partido dos Trabalhadores — enquanto presidente da legenda da estrela rubra. Gleisi é hoje o retrato mais bem acabado do fosso profundo em que se embrenhou a sigla. Como irmãos siameses, ambos podem ser facilmente confundidos. Cordeiro só na epiderme de porcelana, Gleisi é como o PT dos últimos tempos: posa de tolerante, mas nunca apresentou-se tão autoritária. Finge-se de democrata, mas não hesita em franquear apoio a ditaduras — como a instaurada por Nicolás Maduro, na Venezuela. Alega ser vítima de perseguição política, mas é quem melhor encarna o papel de algoz de parcela dos brasileiros. 
Arvora-se paladina da ética, mas é constantemente flagrada com as mãos sujas da corrupção. É a tal cegueira mental de que falava José Saramago: consiste em estar no mundo e não ver o mundo, ou só ver dele o que for suscetível de servir aos seus interesses. Na última semana, a Polícia Federal concluiu um contundente relatório em que imputa a Gleisi os crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro. O relatório congrega laudos técnicos, registros de telefonemas, planilhas e trechos de delações de executivos da Odebrecht e de sócios de uma agência de publicidade da qual a petista se valeu para receber propina. A partir dos documentos é possível traçar o caminho do dinheiro até Gleisi Hoffmann. 
Uma das planilhas em poder da PF indica as datas de oito pagamentos de R$ 500 mil cada para a campanha de “Coxa” ao Senado em 2014. Segundo a delegada Graziela Machado “existem elementos suficiente a confirmar que o codinome Coxa se refere a Gleisi Helena Hoffmann”. O esquema envolveu também o Ministro do Planejamento no governo Lula e das Comunicações no governo Dilma, Paulo Bernardo — marido de Gleisi e que chegou a preso por desviar recursos de empréstimos concedidos a servidores públicos aposentados. O conjunto de desembolsos à petista perfaz um total de R$ 4 milhões, mas os colaboradores chegaram a mencionar repasses de R$ 5 milhões apenas no ano de 2014.
http://istoe.com.br/corrupcao-da-bolivariana-do-pt/


Planilha da Caixa liga políticos a empréstimos para empresas


Tabela foi apreendida no computador de um subordinado do peemedebista Geddel Vieira Lima e lista políticos do PMDB, PT e PSC como “padrinhos” de operações milionárias

Em julho de 2016, integrantes da Corregedoria da Caixa Econômica Federal em Brasília apreenderam o notebook de um funcionário da Vice-Presidência de Pessoa Jurídica. O notebook trazia registros datados de 2012. Entre 2011 e 2013, o vice-presidente de Pessoa Jurídica era Geddel Vieira Lima (PMDB), que recentemente ocupou um ministério no gabinete de Michel Temer. Os investigadores da Corregedoria localizaram nos arquivos uma planilha que ganhou a chancela “sigilosa”.

O documento tinha a lista das empresas que solicitavam empréstimos ao banco público, com os valores das operações e o status do negócio. Até aí, um registro prosaico de atividades. Não fosse por uma outra coluna, identificada como “contatos externos”. Nela, políticos de PMDB, PT e PSC estavam relacionados às operações, que deveriam ser eminentemente técnicas

Àquela altura, a Lava Jato ainda não desbaratara o esquema de achaque a empresas interessadas em recursos do banco. Os investigadores da Lava Jato suspeitam que o esquema fosse tocado por Geddel, pelo ex-deputado Eduardo Cunha e por seu operador Lúcio Funaro – os dois últimos, padrinhos de Fábio Cleto, que ocupava a Vice-Presidência de Loterias na Caixa no mesmo período. O documento despertou a atenção. Imediatamente, auditores do banco anotaram em um relatório sigiloso, obtido por ÉPOCA: “Conforme se denota do documento ora anexado, o empregado possuía em seus arquivos uma lista com as seguintes informações: Cliente/Contato Externo/Operação/Status. Na referida planilha, no campo contato externo figuram políticos influentes”. E qualificaram o risco: “Dos políticos citados na planilha, há um deputado preso por fraudes licitatórias, e outro formalmente indiciado por envolvimento na Operação Lava Jato”.
A matéria é assinada pelo jornalista Mateus Coutinho
http://epoca.globo.com/politica/noticia/2017/08/exclusivo-planilha-da-caixa-liga-politicos-emprestimos-para-empresas.html